Inseparação
Esta
maneira de não estarmos juntos
mais nos insepara.
E ouvir
desenfadonha algazarra
dos netos alegrando a casa.
À hora da sesta
querê-los irrequietos mufaninhos
eu eterno avô desadormecido
pela barulheira dos netos.
Esta
inesquecível maneira
de não estarmos juntos
em nenhum sítio da vida
mais nos insepara
nos parágrafos do tempo.
Dor verdadeira
tem sempre outros contornos.
Quem a sente a rigor
é sempre o mais pequeno.
José Craveirinha
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Os alunos especiais também escrevem o que pensam e sentem...
Com o objetivo de desenvolver:
- processos cognitivos que ativam a reflexão;
- a mundividência subjetiva e as representações pessoais;
- a expressão escrita e a caligrafia;
- a motricidade fina no traçado usando moldes, recorte com tesoura de corte irregular, pintura e sentido estético.
Porque o que é óbvio e simples não o é para estas crianças, dotadas também de talentos especiais.
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┈┈┈┈┈┈┈FELIZ NATAL┈
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O pinheiro sintético, mas artístico da minha casa
Enfeitado de brilho por meninos especiais
Feito da matéria do dia a dia
Augura riquezas imateriais.
Auspícios no cone de cartolina
Invertido atraem sonhos e subtilezas,
e de mãos dadas com o piscar das luzinhas exteriores
despertam-nos da penumbra da noite
para a luminância da vida.
2013 © PCAA
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A reutilização de copos: luminárias e copos aromáticos
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O que sentimos, não o que é sentido,
É o que temos. Claro, o inverno estreita.
Como à sorte o acolhamos.
Haja inverno na terra, não na mente.
E, amor a amor, ou livro a livro, amemos
Nossa lareira breve.
Ricardo Reis, 8-7-1930
[Fernando Pessoa]
in Poesia , Assírio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, 200
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No dia 4 de dezembro a escola recebeu o escritor António Mota e a propósito preparámos a leitura do Pinguim - a história de um menino desajeitado com o futebol, mas que sonhava ser especial, herói. No seu percurso e aventuras encontra um cão numa caixa de sapatos, abandonado talvez por ser diferente dos outros, por não ser amado. O Rúben colocou a questão ao escritor que adiantou ter tido um cão de que gostara muito.

«A história, carregada de afetos, tolerância e vontade de afirmação, dá-te a resposta.»
in António Mota, Pinguim. Alfragide: Gailivro, 2010.
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