Uma selecção:
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Calendário Poético 7ºA
Calendário Poético 7ºB
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A banda desenhada a partir do conto
by paulacris às 21:30 Etiquetas: Articulação interdisciplinar, BD, Conto Cavaleiro da Dinamarca, e-Book
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| Antero de Alda - poema do guarda chuva aberto, 1981 |
…
Em aberto, em suspenso
Fica tudo o que digo.
E também o que faço é reticente…
:
Introduzimos, por vezes,
Frases nada agradáveis…
Depois de mim maiúscula
Ou espaço em branco
Contra o qual defendo os textos
Quando estou mal disposta
(E estou-o muitas vezes…)
Mudo o sentido às frases,
Complico tudo…
Não abuses de mim!
Serás capaz de responder a tudo o que pergunto?
Quem nos dera bem juntos
Sem grandes apartes metidos entre nós!
Dou guarida e afecto
A vogal que procure um tecto.
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| Tonturas de Ernest M. de Melo e Castro |
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| Pêndulo de Ernest M. de Melo e Castro |
H
Não quero nada
não peço nada.
Nem água
nem pão
nem vinho
Nada.
Só queria outro degrauzinho
Para ser uma escada.
Mário Castrim, Estas são as letras
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Construção da personificação poética
by paulacris às 08:30 Etiquetas: Jorge Viegas, Personificação, PoesiaAmanhã, depois de acordar...
Tempo Adormecido
Um dia o sonho
Despertou suavemente...
Flores coloridas
Dão um brilho perfumado
Ao voo encantado dos sentidos...
Ondas sonolentas
Salpicam memórias
Pintando quadros iluminados...
Brilhos celestiais
Envolvem sensualidades
Sorvendo carinhos transparentes...
Melodias encantadas
Escorrem delicadamente
Por entre aromas apaixonados...
Abrem-se as janelas do infinito
Absorvemos o esplendor do tempo adormecido
E lentamente descobrimos o amor
Diluído na imensidão dos jardins do universo.
Jorge Viegas
Poeta Moçambicano [1947]
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O Amor É uma Companhia
O amor é uma companhia.
Já não sei andar só pelos caminhos,
Porque já não posso andar só.
Um pensamento visível faz-me andar mais depressa
E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo.
Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo.
E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar.
Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.
Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.
Todo eu sou qualquer força que me abandona.
Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.
Alberto Caeiro, in "O Pastor Amoroso"
Heterónimo de Fernando Pessoa
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Construção de metáforas poéticas
by paulacris às 20:43 Etiquetas: Casimiro de Abreu, Metáfora, PoesiaAmanhã, pela manhã e ao longo do dia, poesia.
Simpatia - o que é
Simpatia - é o sentimento
que nasce num só momento,
sincero no coração;
são dois olhares acesos
bem juntos, unidos, presos
numa mágica atração.
Simpatia - meu anjinho,
é o canto do passarinho,
é o doce aroma da flor;
são nuvens de um céu d'agosto,
é o que me inspira teu rosto...
- Simpatia - é - quase amor!
Leitura/ Compreensão
1. Retira da 1ªestrofe: 1 metáfora.
2. Identifica na 2ª estrofe: 3 metáforas.
3. Observa as características formais do texto poético, aqui.
3.1. Classifica as estrofes.
3.2. Faz o esquema rimático do poema e classifica a rima.
4. Atenta na 1ªestrofe e indica as palavras que rimam entre si.
4.1. Relaciona-as com a mensagem do último verso do poema.
Constrói metáforas... cria o teu poema :)
Amizade é...
O teu cabelo é....
O teu cheiro é...
Estar apaixonada(o) é...
As questões 4 e 4.1 são adaptações de Entre Palavras 7 | Leya, que seleccionou também o poema.
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Trabalhos de escrita criativa
by paulacris às 00:12 Etiquetas: Conto tradicional, e-Book, Escrita criativa
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Vamos ouvir...
O Poeta Aprendiz
Composição : Vinicius de Moraes / Toquinho
Edição e Fotografia: Marcelo Mól Gonçalves
Canção e ilustração: Adriana Calcanhoto
Ele era um menino
Valente e caprino
Um pequeno infante
Sadio e grimpante
Anos tinha dez
E asas nos pés
Com chumbo e bodoque
Era plic e ploc
O olhar verde gaio
Parecia um raio
Para tangerina
Pião ou menina
Seu corpo moreno
Vivia correndo
Pulava no escuro
Não importa que muro
Saltava de anjo
Melhor que marmanjo
E dava o mergulho
Sem fazer barulho
Em bola de meia
Jogando de meia-direita ou de ponta
Passava da conta
De tanto driblar
Amava era amar
Amava Leonor
Menina de cor
Amava as criadas
Varrendo as escadas
Amava as gurias
Da rua, vadias
Amava suas primas
Com beijos e rimas
Amava suas tias
De peles macias
Amava as artistas
Das cine-revistas
Amava a mulher
A mais não poder
Por isso fazia
Seu grão de poesia
E achava bonita
A palavra escrita
Por isso sofria
De melancolia
Sonhando o poeta
Que quem sabe um dia
Poderia ser
Ó sol, solitário e sereno...
Ó lua, linda...
Ó mar manso, ...
Ó nuvem, ...
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Reprodução do discurso no discurso
by paulacris às 22:23 Etiquetas: Discurso directo/ indirecto, Vergílio Ferreira1. Lê o excerto seguinte e depois transforma as passagens do discurso directo em indirecto e vice-versa na conversa entre o rapaz e a rapariga.
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Da Saudade... a descobrir...
Cria as peripécias e o desfecho. Depois confrontamos com o original...
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