Amanhã...
No dia-a-dia, na expressão escrita e oral, o uso do modo conjuntivo nem sempre ocorre de forma adequada, porque é necessário ter presente a intenção subjacente e por outro lado o uso de certas expressões que requerem a sua utilização.
No dia-a-dia, na expressão escrita e oral, o uso do modo conjuntivo nem sempre ocorre de forma adequada, porque é necessário ter presente a intenção subjacente e por outro lado o uso de certas expressões que requerem a sua utilização.
Se a nossa intenção é manifestar o desejo, formular hipóteses, fazer pedidos (atenuando o uso do modo Imperativo), referir possibilidades, o hipotético, aludir à dúvida, à incerteza, ao vago... então o modo conjuntivo serve os nossos intentos.
Assim, os verbos flexionam em pessoa, número, tempo e modo. E o que pretendemos quando os utilizamos?
- Indicar factos reais? Modo Indicativo.
- Dar ordens, fazer pedidos? Modo Imperativo.
- Traduzir desejos, possibilidades? Modo Conjuntivo.
1. Nota os tempos simples do modo conjuntivo - flexiona as frases:
Presente | Queres que (eu) conte...
Pretérito Imperfeito | Se (eu) estudasse mais...
Futuro | Quando (eu) tiver tempo...
2. Atenta nos tempos compostos do modo conjuntivo - flexiona as frases:
Pretérito Perfeito | Espero que tenha escrito...
Pretérito mais-que-perfeito | Se tivesse sido...
Futuro composto | Assim que tiver feito...
3. Formula as regras de formação dos tempos compostos do modo conjuntivo para cada caso (verbo auxiliar e verbo principal);
4. Escreve frases, dando ordens atenuadas, substituindo o modo Imperativo pelo modo conjuntivo:
Ex. Espero que faças os trabalhos que te indico.
Posteriormente iremos abordar as conjunções e locuções que exigem o uso do modo conjuntivo para uma correcta utilização num registo escrito cuidado.









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